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Localização de Jogos e o Vira-Lata

Num grupo de What's, recebi o seguinte meme:

Até ensinava

 

Vocês já reviram uma obra e, por algum detalhe, parece que ela se tornou outra história?

Imagina agora entendendo apenas 30% do que os personagens estão falando ou tendo que parar o tempo todo para buscar no dicionário a tradução do texto.
E as vezes nenhum dos dois.

Se conseguiu imaginar, esta na cena dos videogames até o Playstation 2.
Quando o Menu traduzido, já era um milagre.
Seja por recursos da maquina ou por falta de interesse do estúdio, não tínhamos histórias elaboradas, pelo menos não em sua maioria. Você descia a porrada no "mal" e ia caminhando ao por do sol, todos contentes.
Mesmo sem entender bem porque você agrediu pessoas, quebrou patrimônio publico\privado e esta indo embora.
Do jeitinho brasileiro, a coisa ia pra frente.

Mas dai os consoles evoluíram. O Enredo ganhou mais protagonismo e entende-lo se tornou crucial.

E agora?
"- Agora vai aprender inglês! tá com preguiça, então joga assim mesmo"
Esse tipo de pensamento me da raiva.
Porque ele ignora que o produto que eu estou consumindo, vendido oficialmente, simplesmente ignora o fato de eu estar em outro país!
A gente compra o console, compra o jogo (é assaltado com impostos nos dois) dai quando chega na hora de jogar o troço não tem nem localização.
Parece que a empresa esta falando para você:
"A gente podia até colocar o idioma, já que colocamos em outros 5, mas sabemos que irá comprar com ou sem isso, então não colocamos"

E não estou falando nem de dublagem, que encarece o produto, principalmente quando for indie, mas pelo menos legenda, mas nem isso.

Pega um exemplo:

Ainda assim um bom jogo

AfterParty conta a história de uma dupla que no meio da festa de formatura no Ensino Médio, descobre que esta no inferno(assim do nada mesmo) e precisa descobrir porque foi para lá e como sair.
O jogo tem seu carisma e da vontade de saber como a aventura vai terminar, mas senti que perdi muito da experiência por ele não ter localização e era um jogo de puzzle e diálogos.
Isso não pode ter sido um esquecimento.
Parece que o jogo não foi feito para nós, mesmo o mercado brasileiro crescendo.
Quer dizer que mesmo sem a localização, continuamos consumindo.

Tem muito a ver com o Complexo de Vira Lata que o brasileiro tem, que alguns gostam de pintar como humor ou perseverança, eu digo que é complacência.
Não tem motivo para acharmos que nosso dinheiro ou tempo, vale menos que outros lugares que ganharam um tradução. Mas aparentemente, estamos de boa com isso.
Pintar o pais como futebol e carnaval, negar valores históricos e não dar valor a produção de conteúdo local nos faz alimentar ainda mais essa síndrome.
Montando cenários em que as empresas não pensem que seja necessário, esse tipo de conteúdo.

Deixando o cenário bem difícil para nós. Fica aqui meu desabafo.

A era Chrono e suas flutuaçoes no espaço-tempo

Dae povo, tudo bem com vcs?

Se vocês jogam RPG e tem ou tiveram um tempo disponível pra visitar os da era de 16 bits, provavelmente se depararam com o Final Fantasy 3(6 na verdade),Legend of Zelda,Tales of Phantasia, Secret of Mana e talvez algum Dragon Quest. Claro que tem outros, se procurar ou baixar uma lista posso mencionar outro que joguei, mas o assunto não são eles, o fato é que se jogou o Snes, tenho certeza que um em particular, marcou essa época:

Chrono Trigger


Essa obra envelheceu bem.

A jogabilidade, a música e a história ainda são surpreendentemente boas. A combinação dos personagens carismáticos com o enredo excelente faz esse jogo arrecadar seguidores até hoje.

Para resumir:

Você controla Chrono, um garoto que quer ir se divertir na Feria do Milênio e ver a mais nova invenção da sua amiga Lucca. Chegando no evento, acaba tropeçando numa garota que diz se chamar Marle e está passeando por lá também, juntos, vão olhar a demonstração da maquina de Lucca.

Mas algo sai errado.

Um portal é aberto e faz Marle desaparecer. Chrono, como todo bom moço, vai ao resgate entrando no portal.

Chrono Trigger, com seu estilo fluido ao mostrar inimigos visíveis, artes incríveis e personagens carismáticos e seus inúmeros finais (se contar os que não são apenas piada seria 5) fez com que as pessoas quisessem mais, então o pessoal da Square se juntou com a galera da Sony, e por algum motivo vindo das profundezas obscuras de suas mentes, resolveram adicionar um gancho no final. O que, na maioria das vezes, é uma péssima idéia,

Essas cenas adicionadas são muito vagas e é consenso entre os jogadores que elas mais atrapalham do que ajudam a tanto o legado do CT quanto a ligação com o próximo jogo da Franquia:

Chrono Cross

Aqui que acontece a divisão de águas.

Para resumir:

Você controla Serge, um morador de uma vila no Arquipélago de El Nido. Um dia, que deveria ser como outro qualquer, você está com sua amiga de infância a beira-mar conversando sobre como irá ser o futuro. Quando observa uma luz que o faz desmaiar. Quando acorda, está no mesmo local, mas sozinho. Volta para sua vila, mas ninguém te reconhece.

Apartir dai, jogue para descobrir :p 

O jogo é bom, tem fãs no mundo e com certeza marcou uma época.
Eu sou um exemplo, adoro esse jogo, já me rendeu muita aflição e diversão.

Dito isso, vamos ao ataque deliberado.
O que acontece com Chrono Cross? Porque não consigo curtir tanto quanto Trigger?


Alguns motivos(para mim):

  1. O Papel que os personagens principais de CT têm É muito, muito frustrante.
  1. O excesso de personagens, isso faz termos um exército de jogáveis com histórias genéricas, algumas boas outras exageradas.
  1. o enredo complexo demais, parece um plano do Death Note.
  1. Enquanto o final de CT te dá uma sensação de dever cumprido, CC parece que usamos a saída "menos pior".

Tem pessoas que não consideram CC uma continuação, só um jogo que se passa "no mesmo universo", esse é um exemplo que por mais que o jogo seja bem feito (gráfico, música e jogabilidade) a história tem importância vital, ainda mais se tratando de um RPG.





E ai que se encerra a vida oficial da saga Chrono (claro que tem o CT para NitendoDs, mas ele não adiciona nada além do destino do Magus).

Triste.

Um projeto que teve nomes de peso como Akira Toryama, simplesmente não conseguir se reinventar. 

Claro que algumas pessoas não aceitaram isso.


Com o nome original de Crimsom EchoesChrono Trigger: Flames of Eternity é uma continuação direta da história de Crono e seus amigos.

São eventos 5 anos após a luta contra Lavos. 

Não dá pra falar muito sem dar spoiler do jogo, mas essa hack claramente é uma ponte entre CT e CC, então não pode dizer que os criadores não curtem Sergie e companhia.

Foi um intuito de melhorar a transição.

Personagens são melhor explorados e a aventura usa um gancho que tinha sido deixado pra trás na história original, complementando ela sem forçar nenhum elemento novo, o que encaixou perfeitamente. Com certeza uma ótima experiência para esse mundo


Agora alguns motivos que compravam a saga Chrono ser tão amada:

CT:

  • Chrono Trigger é frequentemente listado entre os maiores jogos de vídeo game de todos os tempos, o ranking do site IGN de “100 melhores jogos de todos os tempos” numerou o jogo no décimo terceiro lugar no final de 2005, segundo lugar em 2006, e décimo oitavo lugar em 2007. Os usuários do site GameFAQs elegeram Chrono Trigger como o 3º melhor jogo da história. O GameSpot inclui o jogo no seu “The Greatest Games de Todos os Tempos” lista divulgada em abril de 2006. Além disso a Nintendo Power's nomeou o jogo ao quinto melhor jogo do Super NES.
  • Foi um dos primeiros, talvez o primeiro, game de Super Nintendo a ter múltiplos finais. São 13 no total, cada um com fatos diferentes para os personagens, bons ou ruins, dependendo do que foi feito ao longo da aventura.

CC:

  • O site IGN incluiu o jogo na posição de número 85 no ranking dos "100 melhores RPGs de todos os tempos" (Top 100 RPGs of All Time).
  • As músicas do jogo são consideradas uma obra prima, elas foram destaques no concerto de fantasias sinfônicas em setembro de 2009, parte da série Symphonic Game Music Concert.
  • Em 2011, o tema de Chrono Cross "Scar of Time" foi eleita o primeiro lugar no hardcore Gaming 101 de "Melhor música de video game de todos os tempos" por votação, também foi destaque em 2012 pela NPR em um programa sobre resultados de jogos classicamente arranjados

Para finalizar, A hack tem alguns bugs e pode travar de repente, mas certamente vale a jornada de ver nossos amigos em ação, e pensar que em algum desse infinitos universos, salvamos o mundo mais uma vez.

Age of Empires: a boa e velha estratégia para nos alegrar


           

A diversão no mundo dos games possui muitas vertentes. Os gêneros vão de ação, esportes, corrida, arcade, aventura e até simulação. Mas há muitos que nada os divertem mais do que um bom game de estratégia. Dentre muitos, gostaríamos de destacar a franquia Age of Empires.


Age of Empires, para uma grande parte da crítica, é o maior game de estratégia até hoje criado. Superando os aclamados Civilization, Starcraft e TotalWar. Age of Empires é desenvolvida pela Ensemble Studios e publicada pela Microsoft. O primeiro título da série foi Age of Empires, lançado em 1997. Depois dele, outros seis títulos da franquia principal e quatro títulos derivados foram lançados. A maior parte da série é formada pelo gênero de estratégia em tempo real, sendo que seus modos de jogo se resumem a dois estilos principais: mapa aleatório e campanha. Além do gênero, os jogos da série são caracterizados por marcarem eventos históricos e muitas outras surpresas. Os dois primeiros títulos da série são focados em eventos ocorridos na Europa, na Ásia e na África desde a idade da pedra até a Antiguidade Clássica, sendo o jogo Age of Empires baseado nas guerras antigas no ocidente e no oriente durante as quatro idades da Antiguidade.  


Pessoalmente falando, os diferenciais do game são principalmente a exigência de raciocínio, cooperação e claro, o aprendizado. O AOE 3 possui gráficos incríveis, que o colocam realmente dentro de uma grande batalha, vendo de perto suas perdas e vitórias. É um jogo onde você monta sua estratégia e vai evoluindo, conquistando e dominando territórios com apoio das frotas marítimas e exércitos. A cada batalha você fortalece ainda mais sua tropas com armamentos mais potentesEnfim, é você na pele de um imperador. 


Dentre mais, ao dar o start seus movimentos devem ser como num jogo de xadrez, observando as conseqüências de suas decisões, boas ou ruins. O desafio é grande, mas para alívio existem diversos tutoriais disponíveis. Então, tome coragem, disponibilize algumas horas, e comece a jogar. Que venha a vitória!


            
            





No Mans Sky : A Duvida entre a decepção e o surpreendente



A dúvida de 'No Man's Sky' Desde seu lançamento, No Mans Sky é aguardado com louvores pelos players de mundo aberto. Neste jogo você é o último de sua raça com uma simples missão: chegar ao centro da galáxia, explorando os mundos em seu caminho. O diferencial deste jogo é por sua aleatoriedade, pois cada player cai em um planeta diferente formando várias combinações de exploração, e gerando uma experiência única.
Resgatando desde ''Jet Pack'' da Nintendo, a temática de exploração espacial e reconstrução de nave em mundo aberto, o jogo conta com gráficos incríveis, embora não seja nem perto do demonstrado na E3, o jogo é rico em detalhes, forçando o player a literalmente sobreviver a cada planeta, explorando não só o planeta, mas também a dialética de cada raça, entendendo a sua cultura, e se comunicando de maneiras diferentes com cada civilização para conseguir os itens essenciais para sobreviver e sair do planeta atual. Sua jogabilidade aparentemente fácil, desafia os jogadores com surpresas que variam desde plantas venenosas até ataques de drones.

 Porém 'No Mans sky' foi realmente uma decepção para o público gamer; como dito anteriormente, o jogo não é nem um terço do prometido da E3. O Hype do público ao ver as naves espaciais voando em paralelo, deixou uma impressão de que haveria uma possibilidade de um multiplayer online e uma exploração maior. A fauna apresentada em seu trailer chegava a encantar a ponto fazer uma lágrima de emoção, porém após jogar algumas horas, alguns escorreram a lágrima, porém, de tristeza. A pesar do jogo ter uma dinâmica diferente e inovadora, o tédio é garantido após certas horas de jogo, com planetas se repetindo, criaturas bugadas e estranhas.


 Porém mesmo com esses problemas envolvendo um hype gerado a partir de expectativas geradas pelo próprio público gamer, o jogo não é de fato maior decepção do ano, apenas não entregou tudo q havia prometido. A esperança sempre nos aguarda em uma possível DLC futura, onde eles poderão consertar e retribuir o hype de todos os fãs q aguardaram empolgados. Para você que ainda não jogou, considere o jogo como um Minecraft para gente grande, porém implementando alguns pontos a mais na questão de sobrevivência, e trocando creepers e zumbis por monstros e civilizações.
Uma aposta para o gosto e tempo a se investir,as basta abrir um pouco a mente e se deixar pelo mundo a ser descoberto que o jogo pode surpreender você pelo seu vasto e desconhecido universo a ser lhe apresentado.

Descendo da Torre #3: Magic: The Gathering e a saudade dos tempos de Dominária...

Saudações, aprendizes! Hoje falaremos sobre um dos card games mais jogados do mundo, Magic: the Gathering!


Phage, a Intocável (esquerda) versus Akroma, o Anjo da Ira. Treta das mais dez...























Este post VAI conter spoilers, mesmo que seja sobre um jogo de cartinhas e a nostalgia por algumas dentre suas antigas expansões. Explicando: existem diversos livros de Magic com a história por trás das coleções, embora apenas no idioma do titio Obama. Duvido que algo no texto possa estragar sua experiência com o jogo, mas é meu dever avisar.

Leia por sua conta e risco.

Descendo da Torre #2 - Makai Kingdom, o game que me fez mergulhar no ps2!

Saudações, Aprendizes! Mais uma vez dando descanso para as leituras, falarei sobre o game que foi o motivo para eu ter adquirido o meu primeiro Ps2 (séculos atrás): Makai Kingdom, Chronicles of the Sacred Tome!

Overlords!


Este post contém spoilers que podem (ou não, afinal, é um jogo da Nippon Ichi!) estragar a sua experiência caso não tenha jogado o game ou não esteja familiarizado com o enredo. Leia por sua conta e risco.


Dica retro Gaming: Os 10+ do Playstation 2

Dica retro gaming.
Vou começar aqui fazendo uma lista dos 10 games indispensáveis para um dos melhores consoles já feitos pela humanidade:


O Playstation 2
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Critérios da lista:
  • Devem ser jogos exclusivos ou que, pelo menos na época do seu lançamento, foram exclusivos.
  • Um jogo por franquia.

Sem mais delongas, segue a lista:


Décimo:
Gran Turismo 4
O melhor jogo no quesito simulação realista de corrida e gráficos, mas perde em diversão para o Ridge Racer V. Ainda assim um ótimo jogo, capaz de fazer perder horas numa só corrida e nem perceber.
Nota: 4 rodas de 5. (Esqueceu de encher o estepe)


Nono:
Rogue Galaxy
Um ótimo action RPG e um Space Opera ainda por cima. Se você gosta dos gêneros, não tem como errar com esse jogo. O grinding é forte e pode ser meio entediante as vezes, mas no geral o gameplay é divertido e a história interessante.
Nota: Quarto lugar na minha lista de Space Operas.


Oitavo:
Tekken 5
Melhor jogo de luta do PS2. ‘Nuff said.
Nota: Tão bom quanto quando o High Kick quebra a guarda.


Sétimo:
Kingdom Hearts 2
Se a 10 anos atrás alguém dissesse que jogaria um Final Fantasy com o Pateta, o Donald e o Mickey e que seria bom, eu ia rir muito da cara dessa pessoa. Dai veio o KH e quebrou meus conceitos. Depois veio o KH II e melhorou ainda mais o que já era ótimo.
Nota: Tão bom quanto passeio na Disneyland com a Cloud, Tifa e toda tchurma.


Sexto:
Bully
GTA na escola. A pessoa que teve essa ideia deve ser aquele tipo de psicopata no style Lex Luthor. Simplesmente genial.
Nota: Tão bom quanto aprender o Roundhouse Kick do mendigo.


Quinto:
Final Fantasy X
Inovador e tradicional ao mesmo tempo. Com uma ótima história e um sistema de leveling interessante, conseguiu dar uma refrescada na série, mas sem fugir da raiz do que faz um Final Fantasy ser um Final Fantasy.
Nota: Tão bom quanto ser campeão do campeonato de blitzball.


Quarto:
Yakuza
Foi difícil decidir entre o Yakuza 1 e o 2. Fiquei com o 1 pela originalidade. O 2 apesar de ser bom, é “mais do mesmo”, não inova muito. Mas tem todas as coisas que fazem o 1 excelente: A história cativante, os personagens badass, o combate fluido e divertido. Tudo que um beat ‘em up precisa pra ser legal, mas com ainda mais.
Nota: Tão bom quanto terminar as side quests das Hostesses.


Terceiro:
God of War
Sinceramente, colocaria Devil May Cry 3 nessa posição. Tudo que faz do GoW um jogo legal, tem no DMC3. Hack n’ Slash com jogabilidade fluida e divertida, história interessante e personagens badass. Eu prefiro o DMC3, mas como só entram exclusivos na lista, fica o GoW.
Nota: Um combo de quadrado quadrado triangulo.


Segundo:
Metal Gear Solid 3: Snake Eater
O ápice da série. O jogo que mostrou o que o PS2 é capaz em quesito gráfico. Um filme jogável do James Bond misturado com Rambo, só que melhor que qualquer filme do James Bond ou Rambo já feito. All hail the master piece of Kojima.
Nota: ★★★★★


Primeiro:
Persona 4
O melhor RPG, Dungeon Crawler e Visual Novel que existe. Pegaram todos os elementos bons da série e aperfeiçoaram ainda mais. Combate estratégico mas que não chega a ser chato, história envolvente e determinada por decisões do jogador e personagens cativantes. Não tem como botar defeito neste jogo.
Nota: 11/10

The Division: Você foi acionado


Depois de uma pandemia devastadora que varreu a cidade de Nova Iorque, os serviços básicos começam a falhar um por um, e sem acesso a água ou comida, a cidade começa a entrar no caos. Quando tudo entra em colapso, a missão da Divisão começa.

Desenvolvedora(s): Ubisoft
Publicadora(s): Ubisoft
Diretor(es): Magnus Jansen e Ryan Barnard
Produtor(es): Fredrik Rundqvist
Designer(s): Fredrik Thylander
Compositor(es): Ola Strandh
Motor: Snowdrop
Plataforma(s): Microsoft Windows, PlayStation 4 e Xbox One
Data(s) de lançamento: 8 de Março de 2016
Gênero(s): Tiro táctico na terceira pessoa, role-playing game de ação
Modos de jogo: Um jogador, multijogador(cooperativo)

Tom Clancy's The Division é inspirado na Operação Inverno Escuro e Directiva 51, o jogo se passa em Nova Iorque, Manhattan. A missão do jogador (que é agente da Divisão/Division) é repor a ordem na cidade e investigar mais sobre o vírus que a devastou. É possível realizar as missões principais do jogo com mais três jogadores (equipe com 4) e assim criar estratégias para realizar com mais facilidade, porém existe um bug descoberto que permite realizar as missões com mais pessoas, ou seja, 3 grupos fazendo a mesma missão.



Para aprender novas habilidades é necessário melhorar as alas (médica, tecnológica e segurança) com os pontos ganhos nas missões principais e secundárias. O nível máximo é 30, mas existe uma área chamada Zona Cega (área pvp/drop) que permite evoluir até o 99.


 O jogo impressiona com a mudança do clima e tempo, sobreviventes precisando de auxilio na cidade nos quais você pode ajudá-los para ganhar recompensas, personalização dos personagens com novas roupas e armas achadas ou compradas durante o jogo. É muito divertido, viciante e bonito, pois você se sente conectado com a história, você começa a conhecer as facções e pensar o porquê delas existirem e se realmente viesse a acontecer uma coisa dessas em que lado você estaria?
A história é muito bem feita, pois permite achar vídeos, conversas telefônicas e outras pistas que complementam o jogo de uma maneira fantástica, a quantidade de informações para auxiliar no entendimento. Poder conhecer novas pessoas é muito agradável também, onde criando um grupo é possível fazer amizades com gente de outros países, para desenvolver e afiar outros idiomas como o inglês devido a necessidade de falar com americanos, ou seja, você melhora o conhecimento, se divertindo e socializando com pessoas que nunca pensou conhecer. Existem bugs pequenos como em qualquer jogo poderia existir, mas nada que atrapalhe a sua diversão.