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Tenjo Tenge e o pacto de crença

 Bom dia, Boa Tarde, Boa Noite leitores do Sintonia.


Ja ouviram falar em Tenjo Tenge?

Ou TenTen para os mais íntimos.

Tenjo Tenge é um anime de ação (shonen) de lutas marciais ambientado numa escola.

A historia é do autor "OH Great" que carrega todas suas obras com ecchi (erotização) pesado, sem que isso seja necessariamente prejudicial, mas tbm não adiciona nada, simplesmente aceita.

Com um traço excelente e lutas bem capturadas, é uma obra interessante para assistir/ler.
Exceto por um pequeno detalhe.

Sua confiança vai ser quebrada logo no inicio!

Para leitores em geral, mas principalmente do universo fantástico, existe uma regra para qualquer história:

O universo criado não pode se contradizer, ou seja, as regras impostas por ele, devem ser seguidas e quando quebradas, ter um preparo, caso contrario a historia perde o sentido.

No caso do TenTen isso ocorreu para mim.

O anime se ambienta na época moderna, provavelmente entre 2000 a 2005, numa realidade onde o "Chi / Ki" é usado pelos lutadores para destravarem técnicas de combate.

Logo no inicio, aparece um lutador de Westreling falando que não importa o quanto se treine, é impossível fortalecer as articulações, e a historia segue.

Em determinado ponto, esse personagem luta contra o protagonista e, pelas regras impostas no universo dele, incapacita completamente o mesmo. 

Mas não.

O protagonista se levanta e o derrota.

Pode arquitetar milhares de teorias ou usar a "força do protagonismo" para argumentar, mas o ponto é que me senti traído pela historia.

Mesma coisa que ocorreu com Baki, numa cena bem similar.

Essas regras criados para o universo pelo autor, são contra pesos e ganchos para se desenhar as mais diversas situações, por isso é errado quando não são respeitadas.

Claro, a obra é para se divertir/entreter e essa, no final das contas, é a regra absoluta.

Armadilha Social

Sabe... sou fã de animações!

E não estou falando só de obras como "Vidas ao vento" ou "Up", que só usam essa mídia para contar uma história densa e madura. 

Falo de desenho animado tipo Tom e Jerry, Pica Pau ou Pernalonga. Se passo pela teve e esta exibindo algum, me deixo assistir por alguns minutos. Uma série dessa "nova" safra que assisto é Phineas e Ferb

Indo construir algo
Indo construir algo
Em todos os episódios, normalmente há duas historias simultâneas: A dos garotos construindo algo(normalmente colossal e fisicamente improvável) e a do Perry, o ornitorrinco agente secreto, sempre combatendo o maligno Dr Doofersmith. 

A luta desse ultimo é uma paródia aos filmes de super agentes(estilo 007):
Maquina da destruição, armadilha mortal e monólogo megalomaníaco são sempre presentes. 

Em uma dessa perseguições, o cientista louco entra num vagão de trem, Perry entra logo depois e cai sentado na frente do vilão, num vagão restaurante lotado. 
Quando vai atacar é interrompido pelo Doutor: 

-Pare aí.. Você acaba de cair na minha armadilha social, não pode me atacar

Esta imagem possuí um atributo alt vazio; O nome do arquivo é armadilha-social.jpg
Para vencer o Super vilão, siga um conselho da sua mãe: "Não é só porque tudo mundo esta se atirando da ponte, que precisa se jogar também"

Doofersmith continua: - as pessoas sabem que não devem fazer escândalos aqui, por isso todas se "comportam"- conclui o vilão. Pode parecer bobo, mas essa armadilha é muito real e usada diariamente, tanto para fins econômicos quanto sociais. As principais vitimas desse tipo de cilada são os que se importam com a opinião alheia, tem medo de não serem aceitas ou perderem apoios financeiros do lugar onde estão. Cada um sabe o que faz da vida, mas no momento em que nos tornamos suscetíveis a esses truques, devemos revisar o porque a opinião dos outros ser tão importante na nossa vida. Sempre que se sentir pressionado a tomar alguma decisão que desconfie não ser a certa ou ser acelerado a fazer algo, pode acreditar, esta numa armadilha social. A tensão que o clima em grupo cria para ser tomada alguma atitude especifica se torna a arma perfeita, a pessoa se sente muito deslocada para tomar alguma atitude que vá contra a lógica do grupo, independente de estarem de acordo com aquilo ou não. 

Minha humilde opinião... que acham? Concordam, Discordam?

Comentem aí

Grandes Ideias #1: George Constanza

 Boom Ciclo Diário

Vou começar uma série chamada Grandes Ideias, servindo para falar de uma obra completa, um arco especifico ou até um personagem apenas, a única regra é ter se destacado para mim.


Neste primeiro episódio vou lhes trazer um personagem: George Constanza de Seinfield


George Constanza ( Jason Alexandre ) é o melhor amigo do Jerry Seinfield, protagonista da série. Então tem seu papel muito bem explorado.

A atuação de Jason é tão formidável, que até hoje a pessoas que o chamam de George, mesmo a série tendo acabado a 20 anos, mas não vamos falar do ator, vamos falar do personagem.

George é um personagem incrível, pela humanização extrema que é dada a ele, seus problemas, tanto os que ele cria quanto os que a série proporciona, são desenvolvidos de um forma firme e coesa, ele não sofre grandes transformações durante a série.

É alguém que não tem carisma, tanto intelectual, quanto físico, não consegue se manter em um emprego, mesmo sendo na atividade que mais gosta e não tendo que fazer nada, anda com o Jerry que é uma pessoa mais resolvida que ele e seus pais já não tem muita ideia de como ajuda-lo.

Durante a série, tem pontos sutis abordados: Por exemplo, ele pede uma mulher em casamento por impulso, a mulher é mais bonita, rica e inteligente.
Mas ele decide não querer mais se casar e ao invés de falar e desmanchar o casamento, que logicamente iria deixar ela triste mas não seria o fim do mundo, ele tenta outros motivos, até que por uma fatalidade extremamente única, ela morre.

E o George, fica aliviado.

É uma piada forte, sim. Mas quem nunca se viu com um problema e quisesse que ele se resolvesse sozinho, não importa o que ocorresse. Quem nunca teve um namorado que queria terminar, mas preferiria que o outro terminasse, para não precisar ser o "destruidor" .

O ponto que acho incrível do George é como ele se convence ser é a vitima da situação. Algo muito parecido com a maioria de nós e por esse mérito, ele abre essa série.

O poder de Cada Um

 “Segunda Feira e estou voltando pra casa. Cansado, pensando como aproveitar melhor o tempo entre minhas funções e fazer algo que eu goste ou me traga algum beneficio.”

Aposto que muitos de vocês(se não, todos) se encaixaram nessa descrição.


Se acabou o seu salario e ainda tem conta pra pagar, fica difícil achar um tempo pra pensar no próximo, infelizmente a realidade é essa. As pessoas querem ajudar, mas na pratica, pouco é feito. Os motivos são os mais diversos, mas se fosse pra apontar um culpado, acredito ser a paixão momentânea.

Existe um projeto legal e as pessoas tentam replicar, nada contra isso, mas normalmente não vai pra frente, porque para aquele movimento começar os bastidores são bem difíceis.

Ai surge na minha frente, pessoas que entenderam que todos podem ajudar o mundo do seu jeito.

O pessoal Academy Barber sai as ruas para deixar o pessoal mais apresentável, fazendo barba, cabelo e bigode XD.
Pode achar isso pouco ou bobo, já que moradia e alimentação são os principais requisitos, mas só por um momento, imagina que nunca tenha a oportunidade de cortar o cabelo ou esse dinheiro economizado pode garantir a comida dentro de casa por mais alguns dias é um efeito que vai desde de autoestima melhorada até uma boa impressão na entrevista de emprego.


Desculpe a qualidade, meu celular é fraquinho

Então, quem estiver afim de ajuda-los e souber o que esta fazendo. Aparece lá e conversa com os caras, assim que esse fim de mundo passar.
Fazer o bem nunca é demais, principalmente quando se sabe o que esta fazendo

O Efeito Badoo

 Ja utilizou aqueles aplicativos de encontro tipo Tinder, Badoo,Happn etc ? 

Pode escolher...

Se não, pode fazer isso o momento que quiser. Como dizem, toda a experiência é valida.

Se sim, já notou que na maioria das vezes, se passa por milhares de “pretendentes” antes de encontrar alguém que desperte algum interesse de sua parte? 

É sobre esse efeito que quero falar(ou escrever).

Só pra constar, pra quem não conhece e só quer julgar. Existem experiências sociais interessantes feitas por esse tipo de app, algumas até presenciais. 

Agora ao assunto…
Imagine que você está numa festa, onde todas as pessoas são possíveis relacionamentos e nenhuma vai ter interesse em outra pessoa que não seja você. Problema de confiança, não seria um empecilho numa hora dessas. É exatamente essa sensação que esse tipo de app passa, que você é a ” ultima bolacha do pacote” e tem um catálogo de propostas infinito a sua frente, deixando-o muito mais seletivo. 
Presencialmente, poderia conversar e até gostar de mais de 70% das pessoas na festa, mas via web não são cogitadas nem 20% para esse tipo de interação. 

Um rapaz fez uma experiência. Fez um perfil com sua foto e outro com uma foto de um modelo, tirou como resultado a seguinte prova: a conversa de não se importar com aparência ou preferir personalidade, pelo menos nesse ambiente, não ocorre na prática, para ambos os sexos.

Nesses aplicativos, a não ser que atinja o nível imaginário que os usuários acham que merecem, fique pronto para uma onda de tédio extraordinário.
Principalmente porque a maioria vai solicitar que você pague depois das primeiras interações, só restando ficar aguardando alguém venha conversar com você, e novamente ambos os sexos, pode ate parecer que mulheres tem vantagem, mas depois do filtro de “manda foto de agora” não resta muita gente pra conversar também.

 Não acredito que isso seja ruim, ao contrário, esse ambiente é propício para tal atitude.

Onde se pode julgar a pessoa pela foto, bio ou até pelas Tag’s que ela decide escolher. Esse ato, podemos dizer até superficial, é um crime sem vítimas. 

Mas isso é um passe para ser uma pessoa babaca? Definitivamente Não! Indiferente de sexo, lembrem que a pessoa que vai conversar com você tem uma vida e sentimentos, além das fotos que tem no perfil e tanto você quanto ela estão num app de relacionamento, sem ficar julgando porque se tivessem rodeados de oportunidades não estariam ali.

Mar da Internet

 Se ouve falar muito do termo "Bolha" quando se fala de um grupo fechado em uma realidade que pode estourar por alguma força externa ou pela própria expansão.

Acredito que isso não possa ser um termo APENAS pejorativo. Pois todos temos as 'bolhas naturais' que estamos envolvidos: social, profissional, acadêmica é normal temos nossas bolhas, desde que não neguemos o mundo que ocorre fora dela, não vejo nenhum problema.
Mas do Mar... Desse não posso dizer a mesma coisa.


Imagine uma pessoa com um celular na mão, quando ela aperta o botão do navegador ou de algum aplicativo especifico(Youtube, Twitter, Facebook) a mesma afunda no chão.
Quanto mais consome, mais afunda, como se tivesse calçando sapatos de concreto. Sabe falar de todas as novidades do submundo das curiosidades, celebridades, reality-shows, parece quase uma enciclopédia, milhares de volumes com algumas paginas cada.
Vemos as discussões mais dissonantes como machismo e feminismo tentando se provar corretos, tradicionalismo e progressismo querendo parecer iluminados ou simplesmente fã clubes de algo atacando alguém que pisou fora daquela linha.
Tudo isso parece tão intenso, tão real, tão único a ponto de sempre ser alimentado novamente e reiniciar o ciclo.

Submerso


Proponho um teste, deixe seu celular na gaveta durante um dia.
Em alguns casos, pode ter alguma chamada de realmente importante, mas na maioria dos casos, irá perder alguma piada ou convite(que nesse ponto não é novidade para ninguém) mas de resto, é liberdade de não ficar parecendo um viciado verificando o celular a cada 15 minutos.
Se conseguir ficar 2 ou 3 dias, as aguas profundas vão ser deixadas para trás e a luz vai começar a entrar: As tretas de internet parecem vazias e 90% do conteúdo parece sempre girar sobre a mesma coisa para atrair visualização.
Após 2 semanas, já esta na superfície, pode surfar: caçar informação que pode ser usada no mundo ou boiar: que é aguardar algo grande o suficiente seja digno de sua atenção. Seja como for, agora os sentidos não estão mais intoxicados pela pressão que a profundidade causava.

Por ultimo e mais conveniente que seja, existem conteúdos ótimos canais de conteúdo que merecem ser seguidos. A critica é mais para a tendência do exagero e como é fácil acabar caindo ou voltando a cair.
Dito isso, até a próxima.

Sintonia Cult participa do encontro de fãs de Harry Potter



O Sintonia Cult esteve divulgando o seu material no Encontro de fãs de Harry Potter, realizado neste último domingo, dia 31 de julho, na Livraria Cameron no shopping Bourbon Wallig.

"Quem são os criadores do Mapa do Maroto?". Essa pergunta soa esquisita para qualquer pessoa que não conhece a obra de J. K. Rowling. Mas a resposta foi dada em uníssono pelos participantes do encontro.

Dezenas de fãs da obra, que reúne sete livros e oito filmes contando a saga do bruxo mais querido pelos leitores, se reuniram para discutir a história de Harry Potter. E o debate estava intenso com opiniões bem argumentadas. 

Entre uma conversa e outra era possível ouvir palavras como “avada kedavra”, "petrificus totalus” e “expelliarmus”, alguns dos feitiços do mundo bruxo. Para os “trouxas”, como são chamados os que não nasceram bruxos nos livros, a sensação era de que estavam diante de pessoas de outro país, prova de que Harry Potter já ultrapassou a barreira entre a ficção e a realidade.

A conversa se estendeu desde a Pedra Filosofal até Animais Fantásticos Onde Habitam. Foi discutido também a carreira e o futuro de Daniel Radclife.


Este encontro foi organizado por Pâmela Bittencourt do site GenteNerd.com em parceria com a Livraria Cameron.





George R.R Martin além de Game Of Thrones




  Wild Cards, escrita pelo querido e amado George R.R Martin (Game of Thrones). Conta com 22 livros escritos e publicados, no Brasil só foram traduzidos 5 exemplares pela editora Leya. A história foi criada por George R.R Martin na sua juventude, junto com alguns amigos como um jogo de RPG, para diversão. Como se tornaram obsessivos pelo jogo, deixando de lado a vida social e trabalhos para se dedicarem a ele, decidiram ganhar dinheiro com o mundo criado, transformando em uma coletânea de histórias e publicando-as como livros.

  Um vírus alienígena chega a terra de forma trágica, ao roubá-lo de seu próprio planeta, o alienígena Tachyon sofre um acidente, com a nave que carregava a ogiva viral, caindo em nosso planeta, após o acidente um mafioso encontra a bomba antes das autoridades e a usa para ameaçar Nova York. Num ato heroico o piloto conhecido como Jet Boy tenta salvar a cidade, sem saber o que a ogiva carregava. Falha e ajuda a detoná-la em cima da cidade, espalhando o vírus pelos Estados Unidos e o mundo. Milhares morrem, alguns se tornam “aberrações” e outros tiram a carta de sorte pois se tornam verdadeiros heróis com poderes, estilo mutantes X.  Assim começam histórias de intriga e superação daqueles que tiraram a sorte grande e os que sofreram as deformidades do vírus.

 O mais interessante é que não se trata apenas de heróis salvando o mundo, mas de pessoas que eram normais e agora carregam responsabilidades nas costas, além dos poderes, cada personagem é “normal” com dificuldades pessoais, dilemas, paixões e lados obscuros, “heróis” alcoólatras que não acreditam em nada pelo que lutam, são pessoas com problemas tentando salvar um mundo, mas não conseguem se salvar. A humanidade vem acima dos poderes, há várias passagens com fatos históricos modificados para se encaixar nos personagens da série e a evolução de cada um deles é feita de forma fantástica também, ninguém escolheu seu destino, mas todos acabam por arcar com as consequências.

 Para o pessoal chegado a histórias de super-heróis com certeza irão gostar e se apaixonar pelos livros.

Alan Turing: O Jogo da Imitação que derrotou o nazismo.



O filme “O Jogo da Imitação”, dirigido por Morten Tyldum, conta, de maneira fiel, parte da história da vida do matemático britânico Alan Turing, tido como o inventor do computador. A atuação de Benedict Cumberbatch como Turing é admirável. Na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), convocado pelo governo do primeiro-ministro Winston Churchill, o cientista criou uma máquina que permitiu que se revelasse a criptografia alemã. Espécie de pré-computador, a engenhoca desvendou os recursos da máquina Enigma, que produzia uma criptografia de qualidade. É possível que, graças a este trabalho, a batalha tenha durado menos. Porém, em 1952, Turing se suicidou (gostava do filme “Branca de Neve e os Sete Anões” e certamente por isso pôs cianeto numa maçã e a comeu). Só tinha 41 anos. A lei da Inglaterra considerava ilegal o relacionamento sexual entre dois homens (ou duas mulheres) e o pesquisador de Cambridge foi detido. Para evitar a condenação à prisão, aceitou fazer um tratamento, uma castração química, que provocou efeitos colaterais: suas mãos tremiam e as mamas cresceram. É quase possível sugerir que o Estado o matou.
A história da quebra as cifras da Enigma não começou com os ingleses e com Turing. “Agentes poloneses se infiltraram na fábrica em que uma versão aprimorada da máquina estava sendo construída e descobriram os detalhes precisos de seu projeto. Três jovens matemáticos da Universidade de Varsóvia, liderados por Marian Rejewski, então desenvolveram um conjunto de fórmulas pelas quais o código podia ser lido”, registra Norman Davies. “O projeto Ultra (…) atraiu”, em 1939, “um extraordinário conjunto de excêntricos, cientistas, linguistas e matemáticos, com destaque para um gay solitário de Cambridge chamado Alan Turing.”




Marian Rejewski (polonês) e Alan Turing (inglês)


A Enigma era tida como perfeita pelos alemães. Tanto que os nazistas não perceberam que seus códigos haviam sido quebrados e acreditavam que a espionagem dos Aliados, junto com traições de seus parceiros, era responsável pelo vazamento de informações.

Um pecadilho do belo filme “O Jogo da Imitação” é sugerir que tudo começou com Turing e seus parceiros. Fica-se com a impressão de que os ingleses partiram do nada. O aspecto mais extraordinário do esforço polonês, e decididamente heroico do ponto de vista intelectual, foi que ele de início se baseou num exercício de matemática pura”. Porém, “para quebrar uma [máquina] cifradora são necessárias duas coisas: teoria matemática e auxílio mecânico”. E Alan Turing entendia de ambos.


Vinyl - O que esperar?




Durante a década de 70, houve uma das mais frutíferas proliferações culturais de todos os tempos em várias mídias, tendo como o maior insurgência o cenário musical da época. Três variados estilos musicais, surgiram, marcando  uma geração, cada um a sua maneira e de certo modo, conflitando entre si. O Rock deixava suas vezes de lado para a Disco, o Punk e o RAP. Partindo desse pressuposto, Martin Scorcese(Infiltrados, Touro Indomável, Gangues de Nova Yorque), Mick Jagger (Vocalista do Rolling Stones), juntam-se mais uma vez e criam a mais nova série da HBO, Vinyl.

Estreando na virada de domingo para segunda (14/02 meia noite), a série aborda o período de transição entre a era do Rock para os novos estilos que surgiam na Nova Yorque de 70, através do olhar de Richie Finestra (Bobby Cannavale de Boardwalk Empire), diretor de uma gravadora, sempre teve tino para negócios e um bom ouvido segundo ele mesmo. Um ex viciado em álcool e drogas, agora pai de família, comanda uma gravadora que já fora uma das maiores, mas devido a falhas de seus “caça talentos”, acaba perdendo território para concorrentes, deixando passar importantes nomes musicais da época como ABBA. Sua sorte muda ao receber a proposta de aquisição de um famoso grupo alemão, intitulado Polygram. Também somos apresentados a Jamie Vine(Juno Temple de Aliança do Crime), uma assistente que possui muito mais potencial que os ditos “caça talentos” e Kip Stevens (James Jagger, filho de Mick), vocalista e líder da The Natsy Bits, uma promissora banda de rock que surge no novo cenário fonográfico.

O episódio piloto com quase duas horas de duração, é dirigido pelo próprio Scorcese e conta com uma maravilhosa e acertiva trilha sonora de Jagger. O roteiro contextualiza as tendências da época eficazmente, apesar de arrastado, explica a ascenção de Finestra desde varredor de chão a diretor de uma conceituada gravadora da indústria fonográfica, sua relação com a família, seus amigos e principalmente com as drogas. Apesar de muito bem elaborada, a série não surpreende, mesmo assim vale a pena ser conferida ao longo dos vindouros nove episódios, todos os domingos na exibidos na HBO.

Perdeu o Grammy 2016? Nós não. Veja como foi.







A 58ª edição do Grammy Awards aconteceu na noite desta segunda-feira (15) em Los Angeles, nos Estados Unidos, e premiou os melhores da música do último ano.
           
"Uptown funk", canção gravada por Mark Ronson em parceria com Bruno Mars, foi a grande campeão individual da noite. A música foi considerada a melhor gravação do ano, a melhor performance de pop em dupla ou grupo e o melhor remix não-clássico (a versão de Dave Audé).

O campeão de indicações do ano presente em 11 categorias, Kendrick Lamar, ainda levou o maior número de troféus ao ganhar cinco deles, mas nenhum entre os principais.

A banda Alabama Shakes foi a segunda grande ganhadora em números ao levar quatro (o álbum "Sound & color" também foi escolhido como a melhor engenharia de som de disco não-clássico).

"Thinking out loud", de Ed Sheeran, ainda foi eleita a canção do ano e a melhor performance solo de pop. Meghan Trainor, que fez sucesso com "All about that bass", foi a revelação do ano.

A cantora Lady Gaga fez uma homenagem ao cantor David Bowie, que morreu em janeiro aos 69 anos. Ela cantou os clássicos "Space Oddity", "Let's dance" e "Heroes"

Estreias da semana - 11/02/2016



Deadpool - A possível remissão de Ryan Reynolds, pelos vacilos em Lanterna Verde e X-Men Origens: Wolverine.


Estreias da semana - 04/02/2016



O Regresso (The Revenant) - Será que o filme de Alejandro González Iñárritu renderá o primeiro Oscar de Leonardo DiCaprio? - Crítica.

Cinquenta Tons de Preto (Fifty Shades of Black) - Conseguirá a paródia de Marlon Wayans para Cinquenta Tons de Cinza ser tão ruim quanto o filme original? - assista ao trailer.

Horas Decisivas (The Finest Hours) - Romance-catástrofe da Disney 

Asterix e o Domínio dos Deuses (Astérix: Le domaine des dieux) - A animação de 2014 adapta a HQ de 1971 em computação gráfica 

A Assassina (Nie Yinniang) - Filme Taiwanês que ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes 2015, além de Melhor Trilha Sonora

Descarregando o Pen : Beatle Day(2015)

Seguindo com a Série: Esqueci de postar isso

Então rolou no dia 24 de outubro a Beatles Day, evento que acontece desde 2011, mas só foi ganhar as ruas ano passado, na Cidade Baixa.

Pra quem pensa que é um simples show de graça, esta muito enganada.
Os Beatles são muito mais que uma banda, já se tornou uma filosofia de vida, mesmo pessoas que só conheciam Let it be e Love me do podiam compartilhar dessa idéia, com o cara que tem a camisa autografada pelos falecidos cantores.

Foi legal ver essa cultura ser passada de geração em geração, e não algo forçado, mas sim orgânico ninguém estava ali reclamando de algo ou dizendo que queria ir embora, todos na mesma sintonia cantando e dançando twisted and shout.

Nas bancas que vendiam souvenir para quem quisesse uma recordação do dia, mas mesmo eles disseram que não conseguiam atender direito as pessoas na hora do show por se distraírem com as musicas.


Resumindo, um evento pra todas as idades e gostos, e mostrar que como a mesma banda pode mostrar muitas faces diferentes, as pessoas também podem ser muitos melhores que são só fazerem o que curtem.

Arquivo X - O que esperar?




Quatorze anos após sua última temporada, é impressionante ver como a verdade continua lá fora. Num tempo em que a informação é altamente difundida pela internet através de redes sociais, fóruns e a era da espionagem pós Snowden, os ex agentes do FBI, Mulder e Scully, tentam seguir em frente após o término do Arquivo X. Revividos pela já consagrada dupla (Dunchovni e Anderson), a química entre os dois continua inabalável. É possível notar um certo desconforto entre os dois no início, pois estão separados, ainda sim, se preocupam um com o outro. O que certamente será explorado ao longo da temporada.

Danna agora é uma médica renomada, enquanto Mulder, é quase um eremita, que continua com sua obsessão por aquilo que não pode ser explicado. Dessa vez, suas fontes estão na Internet. A tecnologia muda, os personagens também. Scully, recebe a ligação de um homem chamado Walter Skinner (Mitch Pileggi), um homem que fora  promovido no FBI com um cargo bem importante, ele pede a Danna que ligue para Mulder. Os dois se reencontram e são recrutados novamente para um novo arquivo sem solução.

Nas primeiras impressões, a trama parece que vai seguir um caminho mais objetivo e centrada num mesmo tema, com ganchos bem definidos e atados uns nos outros de alguma maneira. A ameaça agora, não é a iminente invasão alienígena, mas o que os humanos podem fazer com uma tecnologia e genes extra terrestres. Há uma certa tensão, agora de cunho menos sexual e mais de ex companheiros que tem algo mal resolvido, obviamente,  será explorado o que levou o casal a se separar. Sinceramente, não sei dizer se o desconforto citado entre os dois no início foi planejado para causar um efeito proposital ou não em quem assiste, mas com certeza funciona. Com um orçamento mais dedicado e com um empenho maior a trama, Arquivo X tem tudo pra voltar a dar certo, pois consegue trazer de volta temas antes abordados de forma atualizada, para uma nova geração.

CLICHÊS DE FILMES DE TERROR




Grandes ouvintes,
Esta semana após assistir (não intencionalmente) alguns filmes de terror, notei que basicamente sempre ocorrem os mesmos acontecimentos. Com isso fui dar uma pesquisada sobre estes grandes clichês americanos.


1 — Espelho maldito
Esse tipo de cena faz com que alguns fiquem com medo de olhar no espelho por uma semana.


2 — Ops, caiu!

Sabe aquele momento em que você sente ódio do personagem principal porque ele não consegue abrir a porta de casa ou dar partida no carro e acaba derrubando as chaves? Isso sempre acontece e mesmo assim o seu coração vai a mil

3 — Ótima hora para uma rapidinha

Um assassino quer te matar e já acabou com os seus amigos, mas você está com aquela pessoa de que você tanto gosta e o clima começa a esquentar — não pergunte como. É aí que vocês têm a brilhante ideia de fazer sexo ali mesmo, esquecendo um pouco da tensão e dando lugar ao tesão. Adivinha só: há grandes chances de “dar ruim”, por “incrível” que pareça.

4 — Ótima oportunidade de viagem

“Devo ir a uma casa linda no centro da cidade ou a uma cabana abandonada no meio da floresta nas minhas férias? É claro que escolherei a segunda opção!”

5 — Sem sinal

É inacreditável que, todas as vezes que uma das personagens vai ligar para a polícia, parentes ou amigos, o sinal do celular as deixa na mão. Então fica a dica: se um fantasma/assassino/demônio estiver atrás de você, não tente ligar para ninguém. Só corra.

6 — Morreu!

Já foi citado que é extremamente estressante quando o personagem não consegue colocar a chave na ignição, mas pior ainda é quando ele consegue, mas o carro não quer funcionar de jeito nenhum.

7 — Morto ou vivo?

Esse clichê normalmente é inserido mais para o final do filme. Finalmente alguém consegue dar um tiro, porretada ou facada certeira no vilão e todos começam a comemorar, mas quando parece que está tudo bem e que os créditos vão subir, levamos um susto com um ataque surpresa dele.

8 — Fique de pé, mulher!

Aparentemente, para muitos roteiristas e diretores de filmes de terror, quando as mulheres ficam com medo não conseguem correr direito. Na maioria das vezes que elas tentam correr acabam tropeçando diversas vezes, deixando o clima cada vez mais tenso e o assassino mais próximo.

9 — Ele está atrás de mim, não está?

Se um dia você estiver fugindo de uma ameaça sobrenatural ou de um assassino em série sanguinário, lembre-se da lógica de vários filmes de terror: ele está atrás de você!

10 — O barulho mortal

Se você estivesse deitado na sua cama e acordasse com um barulho que aparentemente vinha de dentro da sua casa, a primeira coisa que passaria pela sua cabeça seria: “Preciso checar de onde veio esse som”? Pelo menos nos filmes de terror isso acontece com bastante frequência.




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